sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Vírus multiplataforma infecta mais Macs que Windows Vista e 7



A fabricante de antivírus Symantec conseguiu gerar estatísticas de infecção de um vírus multiplataforma que está se espalhando no Facebook desde outubro. A praga é capaz de infectar usuários de Windows, Mac e Linux, mas somente Mac e Windows aparecem nas estatísticas, com 16% e 84%, respectivamente.

A empresa de segurança encontrou brechas no vírus que permitiram identificar o sistema operacional dos usuários infectados, bem como executar códigos adicionais. A primeira falha foi usada para obter as estatísticas, enquanto a segunda poderia ser aproveitada por um criminoso para reinfectar os sistemas com outra praga.

Embora o vírus ataque igualmente todos os sistemas, a proporção de usuários de Mac infectados é maior que a posição de mercado da plataforma. Enquanto 16% vítimas do vírus usam OS X, apenas 5% do mercado – segundo dados da NetMarketShare – é formada de usuários da Apple. O Windows XP também tem uma representação maior entre as vítimas: 75%, em comparação aos 57% do mercado.

Os Windows Vista e 7 tem uma representação inferior entre os infectados: apenas 9%. Perto de 33% do mercado estaria usando esses sistemas.

O Linux não aparece nas estatísticas da Symantec e a empresa não mencionou o motivo. Alguns especialistas afirmam que a praga tem bugs que a impedem de funcionar em certos casos, como no Linux. O código malicioso foi desenvolvido em Java e, em teoria, pode ser executado em qualquer plataforma com suporte à Java, o que inclui o Linux.

O vírus gerou discussão quando surgiu porque recebeu diversos nomes dos pesquisadores antivírus. A Intego, fabricante de antivírus para Mac, considerou o vírus uma variação da praga “Koobface”, conhecida por atacar sistemas Windows usando o Facebook. Outros pesquisadores consideram que a ameaça era totalmente nova, dando a ela os nomes Jnanabot ou Boonana.

Já existem mil vírus para Mac e especialistas alertam que a percepção de total segurança que existe nos usuários da plataforma pode facilitar a disseminação de pragas virtuais.

Primeiro vírus de PCs, 'Brain' completa 25 anos




O primeiro vírus que infectava computadores do tipo IBM-PC – usados até hoje – foi o "Brain". Criado por dois irmãos paquistaneses em janeiro de 1986, o objetivo do vírus era impedir o uso não autorizado de um software que monitorava batimentos cardíacos. Hoje extinto, "Brain" se espalhava usando disquetes e exibia mensagens informando que o computador estava infectado.

O vírus se espalhava por disquetes e causava lentidão na operação dos discos, além de ocupar preciosos kilobytes de memória do DOS. A praga exibia o número de telefone de seus autores para obter a “cura” do vírus. “Cuidado com este VÍRUS. Entre em contato para obter uma vacina...”, sugeria um texto que aparecia na tela de computadores infectados.

O vírus sofreu modificações de outros programadores e se espalhou em outros computadores além dos que estavam utilizando o software ilegalmente.

Apesar de ser o primeiro vírus para PCs, Brain não é o primeiro vírus de computador. Esse título é normalmente dado ao "Elk Cloner", que atacava computadores Apple II, embora existam outros candidatos. "Elk Cloner" foi programado pro um jovem de 15 anos em 1982, quatro anos antes do "Brain".

Vírus e proteções contra cópia
Em 2005, a Sony distribuiu em CDs de música um software conhecido como XCP que buscava coibir a cópia ilegal de arquivos MP3. Depois de um alerta da companhia de segurança antivírus, a Sony foi processada e retirou os CDs com a proteção das prateleiras.

Outros mecanismos de proteção de direitos autorais também causam danos a computadores. Alguns especialistas afirmam que tecnologias usadas para proteção de games causam danos a drives de CD.

Cem usuários distribuem maioria do conteúdo de BitTorrent, diz pesquisa



Uma pesquisa realizada por pesquisadores de três universidades afirma que a disponibilização de arquivos em sites populares de BitTorrent está concentrada em alguns poucos “distribuidores” que contratam companhias de hospedagem com a finalidade exclusiva de colocar os arquivos na rede em alta velocidade. Segundo os cientistas, 67% dos arquivos e 75% do que é baixado parte de apenas 100 distribuidores de conteúdo.

A pesquisa mostra que existe uma rede organizada de distribuição de conteúdo ilegal focada na geração de receita a partir da obtenção do tráfego de rastreadores de torrents – que registram a informação necessária para que usuários realizem as transferências.

O estudo foi realizado por seis pesquisadores dos Estados Unidos, Alemanha e Espanha. Eles determinaram os uploaders que criaram os conteúdos na rede, monitorando a criação de novos torrents para saber quem foi o primeiro “seeder” (semeador) – que é o responsável pela criação do torrent. Uma vez identificados, eles dividiram os distribuidores em três categorias: os falsos, os altruístas e os comerciais.

Os distribuidores de conteúdos falsos são contratados por empresas de mídia e envenenam a rede com arquivos de filmes e softwares cuja descrição não corresponde ao que realmente será baixado. O objetivo desse grupo é impedir a pirataria. Os altruístas e comerciais enviam dados legítimos, sendo a diferença entre eles o objetivo: os altruístas apenas querem compartilhar, enquanto os comerciais buscam gerar tráfego para seus sites e, com isso, receita publicitária.

Conteúdos falsos e maliciosos somam de 25 a 30% do que existe em sites de BitTorrent populares como o The Pirate Bay e o Mininova, segundo os pesquisadores. Esses conteúdos partem de alguns poucos IPs fixos que pertencem às empresas contratadas para coibir a pirataria ou provedores criminosos que distribuem os vírus.

No caso dos distribuidores comerciais, os arquivos eram enviados a partir de contas de hospedagem. Os especialistas identificaram que o provedor de hospedagem europeu OVH era o mais usado para essa distribuição de conteúdo. Esses distribuidores nunca participavam dos downloads. Os altruístas, por sua vez, usavam conexões banda larga comuns, com uma larga gama de IPs, e participavam tanto do download como do upload.

Problemas com o XP e Windows Live Messenger




- Ele pediu pra instalar a nova versão do MSN Live 11 e instalei. Mas agora ele não abre e só aparece erro no log de inicialização. Já desinstalei e reinstalei umas três vezes e nada.

Existem dezenas de relatos em fóruns e blogs sobre problemas em instalar o Live Messenger 2011. Nos testes que fiz, pude identificar que, para ter uma instalação bem sucedida, é necessário estar com o sistema totalmente atualizado. É bem provável que, entre as atualizações, já tenha sido corrigido o bug que estava ocasionando o erro na inicialização.




Corte da internet no Egito não tem precedentes




Os quatro principais provedores de serviços da internet (ISPs) do Egito cortaram todo o acesso internacional a seus clientes em uma ação quase simultânea e sem precedentes, afirmou nesta sexta-feira uma companhia de monitoramento da rede.

"Praticamente todos os endereços de internet no Egito estão agora inacessíveis, mundialmente", afirmou James Cowie de Renesys, uma companhia de New Hampshire que monitora a transmissão de dados pela internet em tempo real.

"Em uma ação sem precedentes na história da internet, o governo egípcio parece ter dado a ordem aos provedores para apagar todas as conexões internacionais", explicou Cowie em um blog.

As redes de telefonia celular, junto com a internet, foram severamente interrompiodas nesta sexta-feira no Egito, cenário há 4 dias de protestos contra o presidente Hosni Mubarak.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Reativando o Blog


Esse espaço está mudando e vou tratar dos assuntos que mais gosto viagens de moto, som e informática.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Busca com Google Earth leva a descoberta de cratera de meteoro

Cratera de Kamil tem 45 metros de diâmetro e 16 metros de profundidade. Foto: Luigi Folco/The Kamillers/Divulgação

Local permaneceu intacto por milhares de anos após o impacto

Uma busca realizada com a ferramenta Google Earth levou à descoberta, em um deserto na África, de uma cratera causada por um meteorito, no que está sendo considerado como um dos mais bem preservados locais do gênero já encontrados.

A cratera de Kamil, localizada entre a Líbia, o Egito e o Sudão, tem 45 metros de diâmetro e 16 metros de profundidade.

Ela tinha sido localizada em 2008 pelo mineralogista italiano Vincenzo De Michele, enquanto realizava uma busca por formas naturais usando o Google Earth.

Após a descoberta, De Michele contatou o físico Mario Di Martino, do observatório do Instituto Nacional de Astrofísica, em Turim, que comandou uma expedição ao local em fevereiro deste ano.

Segundo pesquisadores, o buraco foi formado pelo choque de um meteorito ocorrido há não mais de dez mil anos. O corpo celeste, composto de ferro, teria dez toneladas e 1,3 metro de diâmetro, tendo atingido a Terra a uma velocidade superior a 12 mil km/h.

Bola de fogo

Os estudiosos afirmam que o impacto do meteorito causou uma bola de fogo e uma coluna de fumaça visíveis a mil quilômetros de distância. Os pesquisadores ficaram surpresos ao descobrir que a cratera passou tando tempo sem ser notada por humanos.

"A cratera (...) potencialmente tem menos de alguns milhares de anos. O impacto pode até ter sido observado por humanos, e pesquisas arqueológicas em antigos assentamentos próximos (ao local) podem ajudar a determinar a data", disse Luigi Folco, do Museu Nacional da Antártida, em Siena (Itália), em entrevista ao site da Agência Espacial Europeia.

A expedição à cratera de Kamil durou duas semanas e foi formada por 40 pessoas, entre elas cientistas italianos e egípcios. A equipe coletou mais de uma tonelada de fragmentos metálicos, incluindo um pedaço de ferro de 83 kg, que poderia ter se partido do meteorito.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Churchill acusado de esconder OVNI

http://www.skycontrol.net/UserFiles/Image/History_img/200806/200806-museum-of-flight-b17-b24-b25.jpg

Winston Churchill foi acusado de encobrir, durante a Segunda Guerra Mundial, um encontro entre um OVNI e um bombardeiro. Foi um segredo bem guardado porque Chruchil temeu o «pânico» geral. Churchil terá dito: «Este caso deve ser imediatamente classificado, uma vez que iria gerar uma onda de pânico na população em geral e destruir a crença na Igreja». O «incidente» bizarro deu-se ao largo da costa leste da Inglaterra, conta o «The Telegraph».

A lei da rolha foi decidida durante uma reunião secreta com o general norte-americano, Dwight Eisenhower, comandante das Forças Aliadas.

Milhares de páginas de arquivos sobre OVNIS foram lançadas online esta quinta-feira pelo Arquivo Nacional link externo.

As acusações que envolvem Churchill foram feitas pelo neto de um histórico guarda-costas do ex-primeiro-ministro. O neto escreveu ao Ministério da Defesa, em 1999, depois do avô ter contado à família o segredo.

De acordo com a série de cartas, escritas pelo neto do guarda,um físico de Leicester, um avião de reconhecimento e a sua tripulação estavam a regressar de uma missão sobre a Europa ocupada quando um objecto voador não identificado de metal pairou sobere a aeronave.

Fonte do Ministério da Defesa disse que não havia provas para suportar as reivindicações, porque todos os arquivos sobre OVNIS antes de 1967 «foram destruídos ao fim de cinco anos».

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Com 70 gigapixels, foto de Budapeste se torna a maior do mundo

Há poucos meses, uma foto da cidade de Dubai, nos Emirados Árabes, era considerada a maior do mundo já tirada. Hoje, porém, outra foto digital, da cidade de Budapeste, capital da Hungria, lhe tomou o título. A foto panorâmica mostra Budapeste em 360º e tem resolução de 70 bilhões de pixels.

Reprodução
Foto de Budapeste demorou dois dias para ser tirada

A foto foi tirada com duas câmeras Sony A900 de 25 megapixels cada, equipadas com lentes de 400 milímetros da Minolta, 1,4X teleconversores e uma câmera robótica para fazer a montagem em 360º, que fotografou durante dois dias. Depois, a imagem foi processada durante dois dias para gerar um arquivo de 200GB. A versão impressa da foto ficou com 15 metros de comprimento.

No site oficial da foto de Budapeste, o usuário navega pela foto e consegue dar zoom para enxergar os mínimos detalhes, como a telha de uma casa ou a torre de uma igreja. Abaixo da foto, também existem pequenos quadros com os pontos turísticos da cidade. Ao clicar, o mapa dá um zoom no local automaticamente. Há também a foto de um avião e de um pára-quedista, flagrados no momento da foto. A foto pode demorar um pouco para carregar no site.

Operadoras de banda larga oferecem venda casada disfarçada em Pernambuco


Depois que vazou na imprensa o entendimento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de que empresas de telefonia fixa estariam praticando a venda casada, ao vincular o serviço de banda larga à aquisição de uma linha de telefone, as companhias que atuam no mercado local se apressaram em divulgar notas informando que não se utilizam dessa prática. A realidade para o consumidor, no entanto, é diversa. Na central de televendas da Oi, os atendentes afirmam categoricamente que o serviço de banda larga Velox só está disponível em endereços com telefone fixo da operadora. Já na GVT, é possível adquirir apenas a Banda Larga Power, mas o preço é o mesmo do praticado no serviço vinculado a uma linha telefônica. Ou seja, a estratégia deixa a opção única economicamente inviável.

O caso mais gritante, no entanto, é mesmo o da Oi. Na terça-feira passada a companhia enviou nota ao Jornal do Commercio dizendo que “não condiciona a venda de um serviço à aquisição de outro e que oferece o serviço de banda larga de forma avulsa, caso seja de interesse do cliente. A empresa acrescenta que cumpre rigorosamente a regulamentação da Anatel”.

Na tarde de quarta, o serviço de televendas da empresa, 0800 031 0001, foi acionado pela reportagem. Na primeira tentativa, a atendente, depois de ser questionada sobre o serviço Velox, pede automaticamente o número fixo para qual o cliente quer o atendimento. Informada de que o interesse é pelo Velox num endereço onde não há telefone fixo da companhia, a funcionária diz que não é possível realizar o serviço e encerra abruptamente a ligação.

Na segunda tentativa, a primeira providência foi a de pedir o protocolo de atendimento. A atendente se recusa a dar o código sem que antes seja informado o número para qual se deseja a solicitação. Um telefone pessoal é informado e o número do protocolo (817026733454) só é liberado depois de 7 minutos de espera. Antes disso, a funcionária diz que, para ter acesso ao “Oi Velox é necessário um número de telefone” e que para ter disponível apenas o Velox era necessário ligar para o número 106 31, que seria do serviço “Velox Cabo”. O número, no entanto, é da TV Oi, serviço que ainda não é oferecido em Pernambuco. Pelo atendimento via chat, a atendente dá a mesma informação e diz que não tem conhecimento sobre a possibilidade de se adquirir o Velox sem uma conta de telefone.

GVT: UM SERVIÇO CUSTA MAIS DO QUE DOIS - Na GVT, concorrente da Oi, pelo número 103 25 a atendente informa que o cliente que deseja apenas a banda larga de 10 megas tem de pagar uma mensalidade de R$ 149,90. Se o serviço for vinculado à linha telefônica, este custo cai para R$ 129,90. A internet de 3 megas avulsa também custa este valor. A companhia costuma divulgar que a sua banda larga tem o valor inicial de R$ 49,90, mas este valor, na prática, não chega ao consumidor, já que ele tem de vinculá-la ao custo de uma linha telefônica.

No entendimento preliminar da Anatel, as duas situações, da GVT e da Oi, configuram-se como venda casada. No caso da Oi, por não dar ao cliente a opção de contratar apenas a banda larga. No caso da GVT, por exigir ônus excessivo, quando comparado à oferta em conjunto com outros serviços.

A decisão da Superintendência de Serviços Privados da Anatel data de maio, mas só veio a público depois que a informação vazou pela imprensa na semana passada. A Anatel não havia divulgado o fato porque tratava-se apenas de uma “medida acautelatória”, ou seja, ainda não é uma decisão deliberada pelo Conselho Diretor da agência.

Além da GVT e da Oi, as medidas também atingem outras empresas de telefonia fixa que não atuam em Pernambuco, a exemplo da Brasil Telecom e Telefônica. Dessas, apenas a Telefônica não recorreu administrativamente.

Na prática, enquanto a decisão do Conselho Diretor não for tomada, as empresas poderão continuar a se utilizar deste tipo de prática que, antes mesmo de ser um assunto regulatório, é, na verdade, uma questão de direito do consumo. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe a execução de qualquer tipo de venda casada.